Centro de Ensino Infantil, 2016

Brasília, DF.

Equipe:

André Guerra

Fernando Vázquez

Jhonny Rezende

Nathália Grippa

 

O projeto propõe uma volumetria de “casa”, fundamentado nos traços característicos dos desenhos das crianças. O objetivo é resgatar os sentidos de lar: acolhimento, pertencimento e familiaridade.

O complexo estudantil, dividido em blocos ou “casinhas”, pretende mudar o conceito de prédio escolar e tornar-se uma paisagem em seu próprio direito, uma metáfora da casa de brinquedo ou até mesmo uma pequena vila. A escola torna-se um símbolo para o bairro, por ter uma característica lúdica que se diferencia dos demais edifícios. A forma acolhedora das “casinhas” nos convida a viver nossos sonhos, introduzindo um pouco de fantasia para a vida rotineira não só das crianças, mas de todo o bairro; além de inspirar nossas vidas com um pouco de poesia.

A distribuição do programa foi feita a partir do agrupamento de funções. O setor administrativo, de serviços e berçário estão nas duas primeiras “casinhas”, próximas à entrada. As salas de atividades, informática e leitura estão nas três “casinhas” seguintes. Já as salas de descanso estão na última “casinha”, para evitar o barulho das salas de atividade.

Assim como na proposta da Escola Montessori (Hertzberger, 1999) as salas de atividades são consideradas pequenos lares com seus próprios banheiros, aprimorando o conceito de responsabilidade das crianças. Sendo assim, elas manteriam o ambiente limpo e organizado como em sua própria casa.

A forma montanhosa, onde os brinquedos foram instalados no pátio externo, propõe às crianças desenvolver sua própria forma de brincar, estimulando sua criatividade. A brinquedoteca e a sala multiuso ficam no pátio coberto e podem ser completamente abertas, transformando-se num único espaço.

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